Inseminação intrauterina
A inseminação intrauterina é um tratamento de baixa complexidade: os espermatozoides preparados em laboratório são colocados diretamente no útero, no período da ovulação, aumentando a chance de fecundação.
A inseminação intrauterina é simples, rápida e bem tolerada — não exige sedação. Por ser de baixa complexidade, costuma ser o primeiro passo quando o quadro clínico permite, antes de considerar a fertilização in vitro.
Quando é indicada
- Alterações leves do sêmen
- Fator cervical ou dificuldade na relação
- Casais homoafetivos femininos e produção independente, com banco de sêmen
- Infertilidade sem causa aparente
Como funciona
- 01
Indução da ovulação
Medicação leve estimula a ovulação, acompanhada por ultrassom.
- 02
Preparo do sêmen
O laboratório seleciona e concentra os espermatozoides de melhor qualidade.
- 03
Inseminação
Os espermatozoides são depositados no útero por um procedimento simples e indolor.
- 04
Acompanhamento
Após cerca de duas semanas, o exame de sangue confirma se houve gravidez.
Perguntas frequentes sobre inseminação
A inseminação dói?
Não. O procedimento é semelhante a um exame ginecológico, dura poucos minutos e não exige sedação nem repouso prolongado.
Quantas tentativas são recomendadas?
Em geral, recomenda-se de três a quatro ciclos. Sem sucesso nesse intervalo, costuma-se reavaliar o caso e considerar a fertilização in vitro.
A fase laboratorial — manipulação dos gametas, fertilização, cultivo e criopreservação — é executada por laboratório parceiro, contratado em separado, conforme as normas do Conselho Federal de Medicina.
A primeira conversa esclarece mais do que meses de incerteza.
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